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Movimento sindical se levanta contra as reformas trabalhista e previdenciária que penalizam os trabalhadores

30.01.2017 18:27 horas


Lideranças sindicais e de federações de trabalhadores no comércio (Fetracom/MS), indústria, serviços e outros segmentos de Mato Grosso do Sul, ligados à Força Sindical, se reuniram hoje em Campo Grande para estabelecer metas de luta contra as reformas que ameaçam os direitos dos trabalhadores, especialmente as Previdenciária e Trabalhista.

“Vamos para as ruas para ganhar o apoio da opinião pública e evitar que essas medidas, que arrasam a vida dos trabalhadores, passem no Congresso Nacional da forma como o Governo pretende, ou seja, tentando solucionar o problema da economia nacional às custas do sangue e suor do trabalhador”, afirmou Idelmar da Mota Lima, presidente regional central.

A entidade pretende também levar a luta para o interior de Mato Grosso do Sul, em apoio aos sindicatos filiados, para discutir as ameaças e conclamar o povo para somar forças e ir à luta contra as propostas. Pretende também se unir a outras centrais no Estado para aumentar o poder de luta dos trabalhadores.

Para isso, vão se municiar de argumentos como o de que a reforma da Previdência não precisa ser feita dessa forma, “no lombo do trabalhador” porque ela não é esse “bicho de sete cabeças” como o Governo pinta. Ou seja, ela não é deficitária como anunciam e poderia ficar muito melhor se fossem suspensas as isenções que são feitas “a rodo” para beneficiar determinados segmentos.

Além disso, o Governo também lança mão de recursos da Previdência para outros fins e isso acaba gerando sim problemas sérios no caixa. “A sobra Pevidenciária corresponde a mais da metade da despesa da União com o pagamento do pessoal da ativa”, informou Antônio César Amaral Medina, coordenador do Sindjufe/MS (Sind. dos Servidores Públicos do Poder Judiciário Federal e MPU em MS), presente à reunião da Força.

Os sindicalistas ligados à Força MS também afirmam que o Rombo da Previdência é mentira e que em 2014, a arrecadação total ficou em R$ 686 bilhões, enquanto foram gastos R$ 632 bilhões, deixando uma sobra de R$ 54 Bilhões.

Pedro Lima, presidente da Fetracom/MS (Fed. dos Emp. no Comércio e Serviços de MS), também presente à reunião, disse que os trabalhadores não podem pagar a conta da má administração do Governo, com o dinheiro público. Ele pretende reforçar as visitas aos sindicatos de comerciários no interior de MS, para conclamá-los à luta nessa fase crítica de apreciação dos projetos contra os interesses dos trabalhadores no Congresso Nacional.

Adauto Cândido de Almeida, secretário geral da Força MS, afirma que o fortalecimento das bases (sindicatos) importante nesse processo de conscientização da opinião pública para que ela seja também uma aliada na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores. Além disso, os sindicalistas pretendem pedir o apoio de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, federais e senadores nessa luta sem trégua.

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